MAPO II-III

II-III Mostra de Artes
Performativas
de Odemira

MAPOMostra de Artes Performativas de Odemira é um projeto de programação de espetáculos de artes performativas para o concelho de Odemira, que se destaca pela qualidade artística da criação nacional contemporânea. A primeira edição é dedicada às infâncias, destinada à comunidade escolar e ao público em geral.

A Terra Batida organiza um programa de espetáculos, oficinas e sessões de mediação com o público, com os objetivos de dinamização cultural, formação artística, formação de públicos e educação pela arte no território de baixa densidade do concelho de Odemira, em estreita articulação com agrupamentos de escolas do concelho. MAPO faz uma proposta à comunidade educativa e escolar de pensamento sobre o mundo, instigando o questionamento e a reflexão. Promove ações de mediação e debate com os artistas e criadores, gerando espaços livres e dinâmicos de diálogo, nutrindo e fomentando o espírito crítico. Ao trazer para o território espetáculos implicados com temáticas atuais de enorme relevância e urgência, como são a crise climática e o enorme desafio que o presente nos coloca, contribui para a educação cívica, e alimenta e coloca em movimento formas de pensamento livre que podem ser levados e explorados nas salas de aula. 

Histórias Magnéticas

Pelágio Produções

19 de Março de 2025
Livraria Mirabolante

Publico M/6

Ficha artística

Sérgio Pelágio Guitarra
Isabel Gaivão Voz

Ana Mendes Reel

Uma história acompanhada por uma banda sonora original ao vivo, que evoca a resistência e defesa da Liberdade e da Democracia face o crescimento dos movimentos fascistas. Uma proposta artística que convida à reflexão – Porque falar de resistência e liberdade é também falar de esperança.

Danilo Lopes Sexteto

Danilo Lopes

12 de Abril de 2025
Quintal da Música

Publico M/6

Ficha artística

Danilo Lopes Voz e Guitarra
Diogo Picão Sopros e Voz
Francesco Valente Baixo
Miguel Moreira Bateria
Nuno Salvado Acordéon
Nuno Tavares  Teclados

João Gambino Vídeo

O Projeto de DANILO LOPES revelou a força e o requinte da nova música ritmada e festiva de Cabo Verde. O projeto mostrou a sonoridade orgânica, apoiada em instrumentos tradicionais, cimentada pela fusão do elenco que compôs o coletivo. Uma música cabo-verdiana fresca, à qual se juntou uma interação de artistas vídeo Mapping, que conferiram um significado único a esta obra. Esta nova música de Danilo Lopes elevou a herança polirrítmica do arquipélago e transportou novas harmonias à música popular de Cabo-Verde. O envolvimento de Danilo Lopes (voz e guitarra), com Nuno Tavares (teclas), Nuno Salvado (acordéon), Diogo Picão (Sopros e Voz), Renato Chantre (baixo) e Miguel Moreira (bateria), mostrou um evento dançante, com um som irresistível e virtuoso, a emancipar a festa afrodiaspórica.

O Som das Emoções:
Oficina Plástica

Nuno Salvado

26 de Abril de 2025
Jardim Sousa Prado, inserido nas Festas de Abril

Publico M/6

Ficha artística

Sofia do Vale Narradora

Luísa Homem Fotos e Reel

Atelier de artes plásticas para miúdos e graúdos, para pintar as emoções ao som de música ao vivo, num atelier dirigido pela arte-terapeuta Sofia do Vale e Nuno Salvado ao acordeão.

O objetivo é exteriorizar as emoções, através do sentido de uma escuta ativa centrada na narração, que está de braço dado com a música, com fim a percorrer o leque variado das emoções que se estabelece, empaticamente, com o sentido do imaginário.

O Som das Emoções:
Oficina de Movimento

Nuno Salvado

9 de Maio de 2025
Mercado de Odemira, no âmbito da Segunda Mostra de Escolas PNA

Publico M/12

Ficha artística

Andreia Coelho Movimento coreográfico e oficina

Sofia Cunha Fotos e Reel

Uma expressão do corpo que dança, não só de acordo com o espaço circundante, mas, principalmente, face aos outros corpos. O corpo é acompanhado com música ao vivo, expressando o que ouve e sente, uma escuta centrada nas orientações e nos envolvimentos provocados pela dança, uma dança que é fruto das emoções que nos invadem e nos visitam. Dirigido pela Andreia Coelho, com a música de Nuno Salvado.

Concerto Para Uma Árvore

Fernando Mota

29 de Maio de 2025
Igreja da Misericórdia

Publico M/12

Ficha artística

Fernando Mota Artista

Sofia Cunha Fotos e Reel
Dinis Santos e Vera Marmelo Outras Fotos

Concerto para uma árvore marca o início de uma pesquisa à volta de objetos sonoros e instrumentos musicais experimentais criados a partir de árvores e outros materiais naturais. O instrumento Hárvore foi criado a partir de um carvalho cortado numa limpeza de terrenos na Serra de Montemuro em Fevereiro de 2020. Durante a quarentena esta pequena árvore foi-se lentamente transformando num instrumento musical, com cordas esticadas entre os seus ramos e sinos em lugar de flores. É tocado com as mãos, pauzinhos chineses, arco de violino, powerball, slide, pedras e troncos. Este e outros instrumentos desta pesquisa, como a Ramira e a Birdcage, fazem parte de um concerto que é a primeira paragem de um caminho que se adivinha longo e que englobará outras ramificações como os sistemas de comunicação e simbiose entre plantas e árvores e a pesquisa poética sobre a velhice e a memória.

Biju

Biris e Júju

12 de Junho de 2025
FEI-TUR, Vila Nova de Milfontes

Publico M/6

Ficha artística

Nuno Salvado AKA Biris Dj, Acordéon e Guitarra
André Duarte AKA Júju Percussões
Anitxa Root  Workshop de dança e coreografias

João Gambino Fotos e Reel

Biris e Júju unem-se na exploração sonora, acústica e eletrónica com influências africanas, criando uma atmosfera vibrante em parceria com o workshop de dança guiado por Anitxa Root – onde o ritmo do beat afrodisíaco encontra a energia contagiante da dança afrodiaspórica. E ainda DJSet com o ilustre convidado João Machado.

Reflexo

Yael Karavan

14 de Junho de 2025
FEI-TUR, Vila Nova de Milfontes

Publico M/6

Ficha artística

Uma ideia original de Catarina Barata
Yael Karavan Direção/Encenação e performance
Andreia Coelho Cocriação e interpretação
Nuno Salvado Direção musical e interpretação
Filippo Baraldi Músico Convidado

João Gambino Fotos e Reel

Um espetáculo que entende o curso da vida à semelhança do curso de um rio. Um rio que nasce, cresce e desagua no oceano. Assim também nós nos diluiremos um dia, no Universo.

Partindo da ideia de que a água guarda memórias, olhamos para o fluxo da vida – os momentos marcantes, os marcados e os banais – para as múltiplas prisões que habitam nos nossos corpos e a possibilidade de libertação e de liberdade.

Jóia

Nuno Salvado e Vera Mantero

21 de Agosto de 2025
Quintal da Música

Publico M/6

Ficha artística

Nuno Salvado Direção Musical
Vera Mantero Direção Artística

Sofia Cunha Fotos e Reel

Um concerto onde Vera Mantero e Nuno Salvado exploram hinos de revolução e música de intervenção do cancioneiro português e brasileiro. Através de uma abordagem sensível e intensa, o espetáculo dá voz a mensagens urgentes e palavras que importa reafirmar.

Entre palavras e melodias que marcaram – e continuam a atravessar – gerações, JÓIA convida o público a viver um momento de partilha, de resistência e beleza – Uma Ode à força da música enquanto lugar de memória, transformação e futuro.

Vaga 2: O Varela

Matilde Real

19 e 20 de Setembro de 2025
Azenha do Mar, Brejão

Publico M/12

Ficha artística

Com:
Inês Melo
Matilde Real
Remi Gallet
Sara Peternesi

Fernando Mota Artista

Fotos e Reel

Trovoada é apenas uma trovoada, e a Maria uma mulher, e o Tamboril um peixe. E as pedras são pedras, mas talvez guardem lá dentro a memória de que Trovoada foi um homem, e a Maria um barco, e Tamboril uma rua. Chegou a segunda vaga.

Artistas da dança, música e teatro mergulham mais uma vez na Azenha do Mar para, em conjunto com os seus habitantes, criarem uma nova história em forma de espetáculo, um conto que pertence às casas, ao chão e às pessoas desta aldeia. Azenha do Mar, Brejão.

Com Paredes

Yohanes Krieger e Nuno Salvado

25 de Setembro de 2025
Quintal da Música

Publico M/6

Ficha artística

Yohanes Krieger Trompete
Nuno Salvado Acordéon e Guitarra

João Gambino  Vídeo e Fotos

Concerto Com Paredes com Johannes Krieger, a propósito da celebração do centenário de Carlos Paredes (2025), uma abordagem jazzística que Johannes Krieger faz, juntamente com Nuno Salvado, ao repertório do compositor e aos temas que terão influenciado o guitarrista português no seu processo de composição.

Embalo das Águas

Danilo Lopes e Amigos

26 de Setembro de 2025
Quintal da Música

Publico M/6

Ficha artística

Danilo Lopes  Guitarra e Voz
Johannes Krieger Trompete
Miguel Moreira Bateria
Nuno Salvado Acordéon
Nuno tavares Teclados
Renato Chantre Baixo e Skipper (no vídeo)

Sofia Cunha Declamação Eugénio de Andrade
Mário Carvalho Mergulho
Kali Fawaz Produção Local e Skipper (no vídeo)

João Gambino Vídeo e Fotos

Performance multidisciplinar, envolvendo música e poesia, com Danilo Lopes e amigos, leitura de Eugénio de Andrade, por Sofia Cunha e Atividades de Mergulho, com Mário Carvalho + concerto à noite de Danilo Lopes Sexteto, a utilizar o rio Mira como palco e embarcações como camarotes, para misturar a morna e a coladera de Cabo Verde com os sons naturais da foz do rio Mira. Uma reflexão musical e poética sobre o curso da vida à semelhança do curso de um rio, pelas memórias dos nascimentos, alegrias e fúrias. Um percurso de barco, acompanhando os músicos, que prestam homenagem às águas que se irão diluir noutras, menos doces, servindo a organicidade do planeta.

Cor a Som

Kumpania Algazarra

8 de Novembro de 2025
Entrada da Barca / Átrio da Capela da Zambujeira do Mar

Publico M/6

Ficha artística

Kumpania Algazarra
Nuno Salvado Acordéon
Philippe Peseux Pintor

João Gambino  Vídeo e Fotos

Uma performance onde a cor e o som se encontram em tempo real. Um diálogo sensível entre linguagens artísticas, em que cada gesto pictórico responde a uma vibração sonora. Que som terá a cor e que cor terá o som? A melodia que envolve a pintura pela mão dos músicos e a música pela mão do pintor que cria ao vivo, em simultâneo com a música que ecoa no espaço. É assim que este projeto se manifesta — como um ato de escuta e transformação, utilizando elementos reciclados, como portas antigas — símbolos de passagem entre o conhecido e o que está por vir. Ao serem integradas na performance, essas portas tornam-se telas para novas narrativas visuais e sonoras.
Equipa

Direção Artística:
Catarina Barata

Produção Executiva:
João Samões

Direção Técnica:
José Rui

Assistência de Produção:
Nuno Salvado

Design:
Hugo Figueiredo

Comunicação:
António Falcão

Registo de Imagem:
Matilde Real, Catarina Barata e António Falcão

Gestão Financeira:
Fernando Esteves

Contabilidade:
Margarida Oliveira

Agradecimentos:
José Avelino Santolalla, Mónica Samões, Sérgio Fernandes

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